terça-feira, 15 de maio de 2018

Iron Maiden: banda talvez venha ao Brasil em 2019 e "pode ser no Rock in Rio"

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Iron Maiden: banda talvez venha ao Brasil em 2019 e "pode ser no Rock in Rio"

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Durante palestra realizada para empresários no VTex Day, em São Paulo, na última segunda-feira (14), o vocalista Bruce Dickinson falou sobre a possibilidade do Iron Maiden voltar ao Brasil para shows. Ele confirmou que a banda não virá em 2018, mas destacou a chance de apresentações em 2019.
"Não faremos show no Brasil neste ano. Talvez no ano que vem. Pode ser no Rock in Rio. Estamos conversando", disse Bruce Dickinson, conformerelatado pelo UOL.
O último show realizado pelo Iron Maiden foi em julho de 2017, nos Estados Unidos. Desde então, a banda entrou de férias, após o fim da turnê que promoveu "The Book Of Souls" (2015), para que seus integrantes também pudessem se dedicar a outros projetos. Além de palestras, Bruce Dickinsontambém lançou "Uma autobiografia: Para que serve esse botão?".


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domingo, 6 de maio de 2018

A esquerda que quer voltar ao gueto Por Luis Nassif, no Jornal GGN:

Blog do Altamiro Borges

A esquerda que quer voltar ao gueto

Por Luis Nassif, no Jornal GGN:

Há dois momentos que ameaçam um grupo político: o do sucesso e o da derrota.

O sucesso tende a minimizar os riscos e os inimigos. Melhor exemplo foi o incomparável sucesso de Lula no período 2008-2010 e o de Dilma Rousseff nos dois primeiros anos, que os fez cegos aos movimentos de desestabilização que já estavam em andamento.

A derrota tende a promover a desesperança, como reação, despertar a busca de saídas mágicas. É um momento em que proliferam oportunistas, vendedores de poções mágicas do velho oeste, anunciando balas de prata aqui e acolá, que resolverão todos os problemas instantaneamente. Usam despudoradamente o recurso aos fake news para oferecer informações ou análises falsas, explorando a boa fé dos que precisam se iludir para superar a decepção com os rumos do país.

Hoje em dia, os vendedores de poções e os radicais de gueto são as maiores ameaças à reconstrução de um centro-esquerda que consiga recuperar o poder.

Há dois enormes desafios pela frente: vencer as eleições e montar a governabilidade. Suponha-se, numa hipótese distante, que Lula conseguisse concorrer e vencer as eleições. Como governaria? Poderia abrir mão do PDT, do PSB, do PCdoB, de setores progressistas do PMDB, de lideranças da indústria e do trabalho? É evidente que não. E uma eleição sem Lula torna a construção de consensos uma necessidade ainda maior.

A maneira como parte da militância reage ao exercício da política, batendo em Fernando Haddad, o emissário de Lula para o pacto político, e investindo contra candidatos de outros partidos, como Ciro Gomes, é o caminho mais fácil para jogar a esquerda de volta ao gueto e aguardar algumas décadas a chegada de outro profeta para recompor a perspectiva de poder.

Nunca a negociação política foi tão crucial. O que se tem, na outra ponta não é Ciro Gomes, Haddad, Pimentel – eles são do mesmo lado de Gleisi, Lindbergh, Viana -, mas uma quadrilha que está desmontando o país, promovendo uma regressão de décadas nas políticas públicas, um partido da Justiça que avança cada vez mais sobre os direitos fundamentais. E tudo isso abrindo caminho para riscos ainda maiores, como o de Bolsonaro.

É momento que exige enorme dose de bom senso especialmente das lideranças; e realismo e compreensão da parte dos militantes e uma avaliação correta da correlação de forças.

Nesses tempos bicudos, há espaço para as posturas aguerridas, importantes para manter a chama acesa. Mas não da parte das lideranças. Há que se ter os guerreiros e os estadistas, os negociadores. A estes cabe a responsabilidade de deixar de lado mágoas, quizílias, idiossincrasias, e buscar o consenso.

Em poucos momentos da história, a presença de negociadores se fez tão necessária.

O fim do foro, Barroso e a antipolítica

Blog do Altamiro Borges

O fim do foro, Barroso e a antipolítica

Por Gilberto Maringoni, na revista Fórum:

O fim do foro especial – equivocadamente chamado foro privilegiado -, ao contrário de ser uma medida moralizante é uma vitória da demonização da política.

A iniciativa do ministro Luís Roberto Barroso – indicado pelo PT por seu vezo ongueiro – é fruto de um golpe, no qual o STF substitui o quórum qualificado do Congresso na aprovação de emendas à Constituição. Além disso, mostra como é o maravilhoso mundo judicializado: está mantida a prerrogativa para juízes e desembargadores e incide apenas sobre deputados e senadores. A medida é atabalhoada e gerará inúmeras confusões e incertezas legais.

O foro é uma defesa necessária para parlamentares que enfrentam o poder econômico e estão sujeitos a terem suas ações tolhidas por qualquer obscuro magistrado de primeira instância. Tende a bloquear ações mais aguerridas de deputados e senadores combativos.

O alvo central é a ação política, numa clara vitória do partido da justiça.

Contou – não à toa – com entusiasmado apoio dos meios de comunicação, ex-paneleiros e néscios de variados matizes.

http://altamiroborges.blogspot.com.br/

Iron Maiden: banda talvez venha ao Brasil em 2019 e "pode ser no Rock in Rio"

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