sábado, 20 de maio de 2017

Política Cultural e GestãoHupomnemata Democrática no Brasil


Blog Hupomnemata

Política Cultural e Gestão Democrática no Brasil

Lançado esta semana, pela Fundação Perseu Abramo, o livro "Política Cultural e Gestão Democrática no Brasil", organizado por Albino Rubim e que traz vários artigos sobre experiências democráticas de política cultural no país. Tenho a honra de participar da coletânea, com um artigo chamado "A Política Cultural do PT no Governo do Pará (2007-2010)". Honra porque, em primeiro lugar, uso o espaço para defender, sem perder a dimensão crítica, a experiência de política cultural do nosso Governo Popular. Honra, também, por dividir o espaço com Marilena Chauí, Lélia Abramo, Hamilton Pereira, Jorge Bittar, muitos outros companheiros de luta pela democracia cultural. Mas honra, sobretudo, por partilhar este espaço com o mestre Antônio Cândido, que hoje mesmo, como se sabe, nos deixou. Minhas homenagens a ele e a seu legado, à sua luta por um Brasil mais igualitário e decente. À sua luta por uma cultura política mais crítica e mais sensível e por uma política cultural mais sintonizada com a experiência histórica real dos brasileiros.
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O que explica o desespero da Globo?

Blog do Altamiro Borges

O que explica o desespero da Globo?

Por Rodrigo Vianna, em seu blog:



O editorial de O Globo hoje, pedindo a renúncia de Temer, é demonstração de fraqueza e desespero.

A Globo nunca precisou manifestar por escrito suas posições para mover os cordões do poder. Dessa vez, deixou o roteiro – por escrito!

Desde ontem, estava claro que família Marinho, alinhada ao Partido da Justiça, deseja a rápida substituição de Temer por um governo “técnico” – que conclua as “reformas” e dê sustentação para a Lava-Jato concluir sua tarefa principal: impedir Lula de ser candidato.

Como afirmamos aqui: a Globo deseja “limpar” o golpe. Temer no poder cria uma dissonância: se Dilma foi afastada em nome da moralidade (grande mentira, sabemos), como se explica que uma gangue esteja hoje no controle do país?

A Globo nunca quis moralidade. O grande projeto é desregulamentar o mercado de trabalho, tirar direitos sociais e abrir o Brasil pra investimento estrangeiro. De quebra, a família Marinho poderia passar a empresa nos cobres, desde que a Lei de Telecomunicações seja alterada e a TV possa assim ser vendida a algum investidor estrangeiro.

Temer servia como operador dessa agenda – que foi rejeitada nas urnas. E por isso trata-se de um golpe! A vontade majoritária foi desprezada, e o programa derrotado 4 vezes no voto estava sendo implantado na marra.

Mas o timing da PF e da JBS acelerou as contradições, expondo de forma dramática a desagregação do bloco que deu o golpe. Numa linguagem mais “sociológica”, poderíamos dizer que desde 2013 o Brasil vive uma ampla “crise de hegemonia”. O bloco sob o qual Lula e Dilma governavam rachou, mas um novo bloco não conseguiu ainda impor sua hegemonia de forma desorganizada. É como se a disputa seguisse indefinida, agravando a crise e abrindo possibilidades para todo tipo de saída.

E aí entramos no segundo eixo desse editorial: o desespero. O tempo corre agora contra a Globo.

A Globo tem pressa. E se desespera. Porque as reformas já pararam. Se o único caminho para tirar Temer for o TSE, isso pode levar dois a três meses! Até lá, o clima nas ruas vai ferver. E a possibilidade de aprovar as reformas se evapora se tudo não estiver resolvido até agosto ou setembro…

Fora isso, a crise expõe mais e mais contradições. Agora Gilmar Mendes também aparece nas delações e pode ser submetido a impeachment, já que tramava com Aécio formas de influenciar votos no Senado.

Temer decidiu ficar, e expõe assim as contradições dos dois grupos golpistas: de um lado, a direita política, de outro o Partido da Justiça. O que unia os dois era derrubar Dilma e aplicar a agenda ultra-liberal.

Acontece que Temer, mais do que qualquer agenda, defende a sobrevivência dele mesmo e da gangue que o cerca.

A Globo ajudou a instalar no poder um grupo que vai permanecer ali o quanto puder, para garantir o foro privilegiado.

Seria fundamental, para a gangue midiática, instalar rapidamente um governo eleito indiretamente, para completar a destruição de direitos e acabar de abrir o país – inclusive parta investimentos estrangeiros nas comunicações. Mas no poder há outra gangue. Que vai usar todas as armas para resistir.

É curioso ver o editorial da Família Marinho invocar os interesses “dos cidadãos de bem”. Onde estavam esses “cidadãos de bem” quando a ditadura matava e torturava com apoio da Globo? Ou quando Collor arruinava o país com beneplácito da família Marinho? E quando FHC comprava a reeleição? Ou quando as empreiteiras e conglomerados privados enchiam as burras dos tucanos?

A Globo descobriu os cidadãos de bem recentemente?

Por isso, tenho aqui invocado a velha fórmula de Brizola: se a Globo está de um lado, fiquemos do outro!

Claro, não estou dizendo que devemos defender a gangue temerária. Mas apontando para duas questões: a esquerda e os movimentos populares vão servir de massa de manobra pra derrubar Temer, e na sequência ver a Globo instalar Carmen Lúcia/Meireles/Armínio Fraga no poder?

Para o campo popular, o melhor que pode acontecer é Temer ficar, expondo as contradições da direita liberal, esgarçando o tecido golpista. Que seja longa a agonia do governo golpista, expondo as vísceras do falso moralismo e dos tais “cidadãos de bem”.

Deixemos o “Fora, Temer” para os editoriais da Globo. Quem pariu mateus que o embale. A palavra de ordem do lado de cá já não é “Fora, Temer”. Mas “Diretas-Já” e “Parem as Reformas”.

Vamos pra rua pedir que o povo decida qual programa será implantado no Brasil. Ou seja, lutamos pela Democracia e contra o desmonte do Estado Nacional.

Enquanto isso, podemos até nos divertir um pouco com o desespero da Globo. E dizer: “Temer, resista!”

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Onyx Lorenzoni admite Caixa 2 com JBS

Blog do Miro Borges

Onyx Lorenzoni admite Caixa 2 com JBS

Do site Sul-21:

O deputado Onyx Lorenzoni (DEM), que é apontado nos documentos de delação do grupo JBS por ter recebido R$ 200 mil em espécie, sem ter declarado o valor à Justiça Eleitoral, deu entrevistas no final da tarde desta sexta-feira (19), admitindo o Caixa 2.

“O que acontece nesses processos. Nós perguntamos, nós pedimos. ‘Olha, a legislação permitia apoio de empresas’. Então, a gente fala tanto com as empresas, como fala com as entidades que representam as empresas. ‘Preciso de ajuda’. Não havia como declarar, esse foi meu erro”, disse ele em entrevista à Rádio Gaúcha. A reportagem do Sul21 tentou entrar em contato com Lorenzoni durante toda a tarde de sexta-feira, mas não obteve retorno do deputado.

Desde que a delação do empresário Joesley Batista, que gravou Michel Temer (PMDB) assentindo com pagamento de propina, compra de juízes e contato direto da JBS com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, Onyx vem defendendo o impeachment do peemedebista e o rompimento de seu partido com o governo. Mais cedo, em entrevista à Rádio Guaíba, o deputado afirmou “não ter dúvidas” que Temer cometeu crime de “prevaricação”.

Onyx é relator do projeto conhecido como “Dez Medidas Contra a Corrupção”, na Câmara dos Deputados. Foi ele quem defendeu o Ministério Público, autor do projeto, na Casa. Além da delação da JBS, o nome do deputado também apareceu nas tabelas de pagamento da empreiteira Odebrecht. Nesse caso, porém, o deputado nega que tenha recebido qualquer quantia.

Um dia antes de o Supremo Tribunal Federal (STF) divulgar na íntegra os documentos da delação da JBS, Onyx publicou um vídeo nas redes sociais em que defende convocação de eleições gerais, através de uma emenda constitucional, como única saída para a crise instalada com a revelação da gravação de Joesley Batista e Temer.

“As pessoas podem discordar das minhas posições, agora, eu nunca estou em cima do muro. Eu tenho lado e posição clara. O que eu quero dizer é que o meu partido, essa é minha opinião pessoal, deveria sair do governo”, afirma Onyx. “O Brasil hoje é um paciente que está na UTI. A saída da Constituição é manter o paciente na UTI. Por que eu digo que está na UTI? Porque a crise não é da sociedade brasileira, gente. A crise é política. A elite política desse país apodreceu, perdeu credibilidade, perdeu o respeito do eleitor, da eleitora, do cidadão, do trabalhador”.

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'Diretas, já!' ou 'Diretas, nunca!'

Blog do Altamiro
Por Saul Leblon, no site Carta Maior:

O noticiário contraditório que oscila entre o descarte de Temer e a sua manutenção - como um vigia bebado do precipício ao qual o país foi reduzido pela irresponsabilidade golpista das suas elites - evidencia a saturação das ferramentas conservadoras.

Mas não deve iludir: a elite golpista sabe onde quer chegar, embora deixe transparecer a saturação dos meios à sua disposição.

Se preciso, pode até levar ao sacrifício algumas peças para afiar a guilhotina desgastada e decepar os direitos políticos de Lula; colocar Meirelles ou Gilmar no comando do Estado e concluir as reformas que revogam o escopo de direito sociais e trabalhistas da Carta de 1988.

Feito o trabalho sujo, a nação iria às urnas dentro de um ano e meio desprovidade lideranças reais, eviscerada de músculos e instrumentos institucionais para sair do chão.

Em resumo, com alguma hesitação e riscos inerentes, tenta-se ganhar tempo e espaço político para concluir a operação central do golpe: lancetar o pacto da sociedade nascido sob o impulso da extraordinária ascensão das massas populares na cena política de 1984, com a Campanha das 'Diretas, Já!'.

A exemplo do que ocorreu naquele final da ditadura, a elite e os interesses dominantes topam agora qualquer coisa. Menos entregar a transição de um ciclo de desenvolvimento que se esgotou ao voto popular.

'Diretas, nunca!', bradam as escaladas sulforosas dos telejornais e o jogral diuturno dos jornalões.

Nos anos 80 o clamor por eleições limpas e diretas foi golpeado de dentro do palanque das mobilizações.

Enquanto as praças lotavam em comícios com mais de um milhão de pessoas, como o de abril de 1984 em São Paulo, Tancredo Neves negociava com os militares a candidatura ao Colégio Eleitoral, que garantiria uma transição a frio, como se quer agora.

A Constituinte de 1988 foi o repto das ruas traídas pelo avô de Aécio Neves.

Na assembléia soberana desaguaram, então, as demandas reprimidas e os clamores sufocados por duas décadas de ditadura militar, fraudados após as mobilizações das ‘Diretas Já'.

A Constituição Cidadã vingou em parte a derrota popular no Colégio Eleitoral.

Abrigou-se nela aquilo que Ulysses Guimarães, o 'Senhor Diretas', um liberal sincero --apunhalado por Tancredo que lhe roubou a candidatura, aceitando o pacto conservador-- batizaria de 'a lamparina dos desgraçados'.

É essa lamparina de direitos dos desgraçados - bruxuleante até que o ciclo de governos do PT lhe deu o pavio de recursos para se materializar em políticas sociais-- que se pretende apagar agora com o extintor das 'reformas de mercado'.

Por isso as instituições estão em frangalhos e desmoralizadas.

Do Executivo ao Legislativo, dominado por uma escória argentária, passando por um judiciário partidarizado, longe de ser confiável como suprema instância, o dinheiro dá as cartas e os cortes.

O resultado desenha uma cova coletiva no perímetro social, econômico e geopolítico da oitava maior economia da terra.

Um em cada quatro brasileiros estão desempregados ou subocupados.

Em 52% dos lares há algum demitido ou dívida atrasada, diz pesquisa da Nielsen.

A retração de 50% nas consultas para tomada de recursos no BNDES compõe o indicador antecedente da rota depressiva de longo curso lavrada pela ganância patronal nas entranhas da economia.

A Lava Jato venceu seu prazo de validade como biombo para o assalto dos corruptos ao poder em nome do combate à corrupção.

A cada dia mais exala da República de Curitina o cheiro podre do viés unilateral. Dependesse de Moro & seus procuradores, nem Aécio,nem Temer seriam flagrados na radiografia do que são edo complô que simbolizam.

É preciso mudar para manter as coisas no mesmo lugar.

É nesse trânsito farsesco patrocinado pelas elites que a rua emerge como o único chão firme de legalidade e poder num país acuado no presente e desprovido de futuro.

Retornar à legalidade original das ruas sempre foi o último recurso dos povos para virar a página de enredos anacrônicos que insistem em sobreviver como formas mórbidas.

É o caso hoje de uma sociedade submetida à cavalgada de um governo antinacional e antissocial e à retroescavadeira de um parlamento de despachantes de aditivos a soldo dos mercados.

O chão firme das ruas precisa se materializar em multidões mobilizadas e no consentimento majoritário catalisado por um programa de emergência capaz renovar a confiança na democracia para dar ao desenvolvimento a sua destinação social.

É nessa encruzilhada de desafios que avulta a urgência de uma fusão entre a ‘crítica das armas e as armas da crítica’, de que nos falava um especialista alemão em motores da história.

O desafio primal dos dias e noites tensos que viveremos pode ser resumido na construção dessas linhas de passagem.

Que materializem o peso das ideias na força das ruas, e o peso das ruas em ideias-força, para superar o cativeiro econômico e institucional no qual as elites querem aprisionar o Brasil.

O Fórum 21, a frente ampla dos intelectuais brasileiros, deve caminhar nessa direção. E as lideranças das frentes populares, igualmente.

O tempo urge.

As ruas precisam falar.

E o que disserem deve ter a pertinência capaz de repactuar a nação com um novo projeto de futuro.

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Luciano Pavarotti Maria Callas Libiamo ne'lieti calici

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Dono da JBS gravou Temer dando aval para comprar silêncio de Cunha


Blog Amigos do Presidente Lula

Dono da JBS gravou Temer dando aval para comprar silêncio de Cunha


Os donos do grupo JBS disseram em delação à Procuradoria-Geral da República (PGR) que gravaram o presidente Michel Temer dando aval para comprar o silêncio do deputado cassado e ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ), depois que ele foi preso na operação Lava Jato. A informação é do colunista do jornal "O Globo" Lauro Jardim.

Segundo o jornal, o empresário Joesley Batista entregou uma gravação feita em março deste ano em que Temer indica o deputado Rodrigo Rocha Lourdes (PMDB-PR) para resolver assuntos da JBS. Posteriormente, Rocha Lourdes foi filmado recebendo uma mala com R$ 500 mil, enviados por Joesley.

Em outra gravação, também de março, o empresário diz a Temer que estava dando a Eduardo Cunha e ao operador Lúcio Funaro uma mesada para que permanecessem calados na prisão. Diante dessa informação, Temer diz, na gravação: "tem que manter isso, viu?"

Na delação de Joesley, o senador Aécio Neves, presidente do PSDB, é gravado pedindo ao empresário R$ 2 milhões. A entrega do dinheiro a um primo de Aécio, também foi filmada.
Nem Temer nem Aécio se manifestaram ainda sobre a declaração.

O colunista conta que os irmãos Joesley e Wesley Batista estiveram na quarta-feira passada no Supremo Tribunal Federal (STF) no gabinete do ministro relator da Lava Jato, Edson Fachin – responsável por homologar a delação dos empresários. Diante dele, os empresários teriam confirmado que tudo o que contaram à PGR em abril foi de livre e espontânea vontade.
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Presidente do PSDB,senador Aécio Neves, é gravado pedindo a empresário R$ 2 milhões de propina

Blog Amigos do Presidente Lula

Presidente do PSDB,senador Aécio Neves, é gravado pedindo a empresário R$ 2 milhões de propina



Os donos da JBS disseram em delação à Procuradoria-Geral da República que gravaram o presidente Michel Temer dando aval para comprar o silêncio do deputado cassado e ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso na operação Lava Jato. A informação é do colunista do jornal "O Globo" Lauro Jardim.

Segundo o jornal, o empresário Joesley Batista entregou uma gravação feita em março deste ano em que Temer indica o deputado Rodrigo Rocha Lourdes (PMDB-PR) para resolver assuntos da JBS. Posteriormente, Rocha foi filmado recebendo uma mala com R$ 500 mil, enviados por Joesley.
Em outra gravação, também de março, o empresário diz a Temer que estava dando a Eduardo Cunha e ao operador Lúcio Funaro uma mesada para que permanecessem calados na prisão. Diante dessa informação, Temer diz, na gravação: "tem que manter isso, viu?"

Na delação de Joesley, o senador Aécio Neves, presidente do PSDB, é gravado pedindo ao empresário R$ 2 milhões. A entrega do dinheiro a um primo de Aécio, também foi filmada.

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Evitar dois golpes! Como? Nas ruas!

Blog do Altamiro Borges

Evitar dois golpes! Como? Nas ruas!

Temer deve cair e Aécio tem que ser preso

Blog do Altamiro Borges

Temer deve cair e Aécio tem que ser preso

Por Renato Rovai, em seu blog:

O governo Temer acabou, mas mais do que isso, Aécio tem que sair do Senado algemado. Há provas contundentes de corrupção denunciadas pelo donos da JBS, os irmãos Joesley e Wesley Batista, realizadas nesta quarta-feira, 17, diretamente ao ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal.

Os empresários disseram ter gravações de Michel Temer dando aval para a compra do silêncio de Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara e deputado cassado, hoje condenado e preso.

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) também foi gravado, pedindo R$ 2 milhões a Joesley. O dinheiro teria sido entregue a um primo do presidente do PSDB, em cena filmada pela Polícia Federal. A PF rastreou o dinheiro e descobriu que ele foi depositado numa empresa do senador Zezé Perrella (PSDB-MG).

Perrella é o dono do helicoca, o avião que tinha 500 e poucos quilos de cocaína e cujo inquérito não foi para frente.

Segundo reportagem do Globo, “os diálogos e as entregas de malas (ou mochilas) com dinheiro foram filmadas pela PF e as cédulas tinham seus números de série informados aos procuradores. Como se fosse pouco, as malas ou mochilas estavam com chips para que se pudesse rastrear o caminho dos reais. Nessas ações controladas foram distribuídos cerca de R$ 3 milhões em propinas carimbadas durante todo o mês de abril”.

Em duas oportunidades em março, Joesley conversou com o presidente e com o senador tucano levando um gravador escondido. A delação dos irmãos Joesley tem ainda um histórico de propinas pagas a políticos nos últimos dez anos.

É um escândalo sem precedentes na história do Brasil. Muita gente está presa por muito menos. Ou Aécio é levado para Curitiba ou haverá uma desmoralização total da justiça.

O fato de a Globo ter dado essa matéria significa que Temer já é passado. Cresce a tendência de a Globo ter assumido seu impeachment e de que Carmem Lúcia acabe assumindo o governo.

A Globo pode estar dando o golpe dentro do golpe, o que alguns já previam, como este blogueiro.

Globo golpista é humilhada ao vivo

Blog do Altamiro Borges

Globo golpista é humilhada ao vivo

'Ministro' Merval julga chapa Temer-Dilma


Blog do Altamiro Borges

'Ministro' Merval julga chapa Temer-Dilma

Vaiado e hostilizado em aeroporto,deputado chuta manifestante

Blog Amigos do  Presidente Lula
Chamado de golpista, deputado Marcelo Castro foi cercado por manifestantes contrários às reformas da Previdência e trabalhista, conforme mostra vídeo, Foi um chute “ao vento”, diz assessoria do parlamentar. Não foi. O vídeo Mostra
O deputado Marcelo Castro (PMDB-PI) foi vaiado e hostilizado por um grupo de manifestantes que o aguardava no Aeroporto Petrônio Portella, em Teresina. Chamado de bandido e golpista, ele reagiu com chute em uma manifestante, conforme mostra vídeo publicado na internet.

“Vai votar na reforma da Previdência, vai! Vai votar na reforma trabalhista, vai! Vai votar contra o povo?”, questionou um manifestante.

“Já votei”, respondeu o peemedebista.
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Doria apunhala o “Santo” da Odebrecht!

Blog do AltamiroBorges

Doria apunhala o “Santo” da Odebrecht!

Por Altamiro Borges

O governador Geraldo Alckmin, o “Santo” da lista de propina da Odebrecht, peitou toda a cúpula do PSDB para impor a candidatura do bilionário João Doria – também chamado de João Dólar – à prefeitura de São Paulo em outubro do ano passado. Ele brigou com FHC, com Serra e com outros tucanos de alta plumagem. Com métodos nada convencionais – distribuição de cargos no governo paulista e compra de votos –, o picolé de chuchu conseguiu emplacar seu filhote nas prévias internas e o falso gestor foi eleito em primeiro turno “prefake” da mais importante cidade do país. Geraldo Alckmin festejou a vitória. Imaginou que, com isso, estaria garantido como candidato do PSDB à Presidência da República em 2018. Pura ilusão! Na prática, o governador criou um monstro, que vai traí-lo sem dó nem piedade.

Nesta semana, em um evento de ricaços em Nova York (EUA), João Doria deixou a fantasia de lado e esfaqueou seu criador. Segundo relato dos enviados da Folha ao convescote, “o prefeito de São Paulo fugiu do tom até então habitual em suas declarações quando questionado sobre a sucessão de 2018, e disse que o candidato de seu partido à Presidência será ‘aquele que a população desejar’. ‘O PSDB não vai fugir dessa missão. Será candidato do PSDB aquele que tiver melhor posição perante a opinião pública. Aquele que representa o interesse popular. Para ser competitivo, para vencer as eleições, vencer o PT, vencer o Lula’, afirmou. Habitualmente, Doria vinha sempre defendendo a candidatura de Geraldo Alckmin, seu padrinho político, fragilizado após delatores da Odebrecht o acusarem de receber caixa 2”.

Ainda de acordo com a reportagem, bastante simpática ao “prefake” paulistano, “num café da manhã promovido pela Fundação Getulio Vargas, Doria evitou protocolarmente afirmar que é candidato ao Planalto. Mas as reações da plateia e de alguns palestrantes, como o ex-presidente do Banco Central Carlos Langoni, não deixaram dúvidas quanto às simpatias pelo nome do prefeito. Aplaudido de pé, ele apresentou-se como um gestor com experiência empresarial e procurou desvincular-se da ‘velha política’. Disse que pretende levar para a administração pública princípios de gestão da iniciativa privada. Langoni elogiou a atitude do tucano em defesa de um Estado ‘minimalista’ e disse estar animado com a ‘renovação política" em curso no país, ‘que nos enche de esperança’”. Os ricaços presentes ficaram excitados!

Geraldo Alckmin, que também participou do tour no paraíso dos capitalistas, ainda tentou resistir à traição do seu filhote. “A competição velada de Doria e Alckmin para conquistar apoios – numa espécie de ‘prévias antecipadas’ – também foi sentida na fala do governador. Em Nova York para apresentar a investidores um programa de privatizações, concessões e parcerias no Estado, ele disse que está ‘preparado’ e tem ‘vontade, agenda, programa, aliança e conhecimento’ para ser candidato à Presidência em 2018. Apesar de declarar-se pronto para concorrer, Alckmin ponderou que ‘esse assunto encurta o governo atual’ e deveria ser evitado no momento, para que as reformas possam ser aprovadas”. Sua retórica, porém, pareceu a de um derrotado. Ou o picolé de chuchu parte para o ataque, com os já famosos métodos tucanos de retaliação, ou será humilhado por seu pupilo.

“João Dólar” é fruto dos ventos conservadores que sopram no mundo e no Brasil. Ele também é fruto da antipolítica imposta pelo consórcio mídia-Judiciário na Operação Lava-Jato. As “delações premiadas” da Odebrecht atingiram em cheio os velhos tucanos. Geraldo Alckmin, o “Santo” da lista de propina da Odebrecht, não resistiu ao bombardeio. Aécio Neves, o "Mineirinho", virou pó. José Serra, o “Careca”, também saiu fustigado. E FHC, o “gagá”, já não tem mais nenhuma influência efetiva no PSDB – é só vaidade. Neste cenário de terra-arrasada, em que os falsos moralistas do tucanato também viraram vítimas, sobrou espaço para o “prefake” paulistano. Ele até já cunhou o seu bordão: “Minha bandeira não é vermelha. É verde e amarela”. Por acaso, é o mesmo bordão usado por outro candidato outsider, Fernando Collor de Mello, nas eleições de 1989. “Vamos dar não definitivo à bandeira vermelha... Vamos dar sim à nossa bandeira”. Depois os brasileiros sentiram as dores do embuste!

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Alckmin justifica "caviar" de João Doria

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